Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo. 8.36).
Na próxima terça-feira, estaremos comemorando mais um aniversário da Independência do Brasil, data que, em 1822, marcava o rompimento de subordinação do país ao governo de Portugal. Contudo, em razão de tratados referentes à segurança e ao comércio internacional, principalmente, a nossa querida nação brasileira, como os demais países, de certa forma, sobrevive na dependência de outros. Da mesma forma, nós não podemos viver independentes do grupo social, porque em tudo dependemos dos outros: não produzimos nossos próprios alimentos, nossas roupas, remédios etc. Precisamos dispor de dinheiro para fazer frente às nossas necessidades e, por isto, precisamos recebê-lo, em razão do nosso trabalho no setor público ou privado. Em relação à vida espiritual, Paulo diz que nós estávamos mortos em nossos delitos e pecados e que Deus nos deu vida em Cristo (Ef. 2.1). Vivos, nos tornamos independentes? Claro que não e graças a Deus porque é assim. Pois, quando saímos da situação de mortos espirituais, passamos a ser filhos de Deus. Desta forma, o que Jesus diz no texto destacado é que, libertados por Ele, somos verdadeiramente livres do pecado e da morte, para nos tornarmos inteiramente dependentes e propriedade exclusiva de Deus, que diz: “Não toqueis nos meus ungidos” (1 Cr. 16.22 e Sl. 105.15), despertando em nós uma tão boa sensação de segurança em relação a este mundo e ao porvir que podemos afirmar, como disse Paulo: “Se Deus é por nós quem será contra nós” (Rm. 8.31). Oremos ao nosso Deus para que o nosso Brasil possa se destacar, no cenário internacional, como um país cada vez mais independente e que nós, como salvos por Jesus Cristo, reconheçamos e cada vez mais vivamos a dependência de Deus. Amém. |